Tag melancholy sickness

Meu primeiro verso…

Todo conto ou poesia inicia-se com um primeiro verso. Ele dará o tom da lira seguinte e vai ser base para as rimas que existirem. O meu foi assim…

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Como foi que cheguei até aqui?

Tudo tem um início. Por mais absurdo que seja a história, ela possui um pontapé inicial onde todas aventuras ou desilusões começaram…

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Uma triste e nova realidade…

Ainda lembro da última noite na praça do início, onde você me fez prometer um abraço no retorno. Logo eu que gosto tanto de promessas…

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Ela nunca foi tão clara…

Os corpos dos dois se desvencilharam. A voz dela era baixa demais e ele nunca entendia se ela estava sendo superficial ou realista com a situação toda…

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Um epílogo perdido…

O livreto aberto ao acaso, faz o capítulo com a letra bordada e o início de uma poesia triste que já se sabe ser final…

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A floresta estava chamando…

Com um ritmo conhecido e uma máscara de demônio. Uma lágrima escorrida borrada de uma maquiagem e um pedido de desistência…

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O tempo desistiu enfim…

É um sol esquisito que brilha mais do que o princípio. É uma aquarela com tons indefinidos que percorrem o rio…

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Uma manchete já conhecida…

O copo esvaziou pela terceira vez, já eram mais de quarenta minutos de atraso e nenhum retorno. Ele entendeu que ela não viria…

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Foi sempre assim…

Sempre quis mais do mesmo, preferi do fim ao começo. As jangadas de emoção distantes ao som do mar fumegante. O princípio do consulado correto, príncipe de copas no carteado…

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