“Você sabe até quando vamos?” foi sua primeira frase da primeira manhã que acordamos juntos…
Devia ter separado uma cor nova para fazer parte desse novo capítulo. Uma nota perdida na esquina de baixo de casa fez o ponto desaparecer…
“O que você está fazendo?” seria uma pergunta solta se não fosse o alerta para se pensar melhor nas atitudes do seu dia…
Sou o último minuto do sono prometido e sou a sua última chance de dizer que ama alguém…
Como te descrever em um texto, sem ser repetitivo? Como escrever sobre você, sem usar as mesmas conotações anteriores?
Tentei almejar um bom lugar para avistar tudo, mas de só avistar, meus braços doeram e tive que ir para luta…
Uma porção de abraços e sorrisos melancólicos na saída do bar. Voltei para casa com o refrão certo na cabeça e a promessa que seria tudo igual…
“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…
A mesma canção ecoa por baixo da porta fechada. A mesma melodia toma conta do quarto. Escuro, frio, caótico e que respira a mais profunda solidão…