Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…
Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…
Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…
Tenho saudade de outros lugares, sonho com outros destinos e por mais que tente, nunca consigo pensar que aqui é para sempre…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
Esse texto pode ser seu, meu, do seu amigo, do seu vizinho ou de alguém que você nem imagina existir. O fato é que a vida é frágil e isso é algo que precisamos pensar mais…
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Quis fugir e gritar uma agonia latente. Uma vontade de recomeçar que se perde nas entrelinhas da conversa…
“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”
Ele se calou por um instante para contemplar o azul da primavera. Era a primeira vez do ano que o azul vencia o cinza de sempre…