Tag melancholy sickness

Um porque sem razão…

Talvez nem imaginasse um som agudo vindo do canto da sala. Talvez não tivesse rascunho o capítulo seguinte de um enredo distante…

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De um lugar que nunca para…

O sorriso sincero contagia um substantivo fazendo-o verbo. De ação ou emoção, um verbo transcrito…

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Cuidando de roseiras e não baobás…

São pétalas de esperança, de um toque adocicado e tato de veludo. São pétalas que nascem com brilho e se vão com a certeza do infinito…

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São os olhos que brilham…

Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?

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Sobre o frio que aprisiona…

O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…

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Meus atos soltos…

São atos sem contextos, mas que ordenam um ponto qualquer com uma sequência que define que define o que nunca se esqueceu…

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Mais um aniversário longe…

Morar sozinho é bom. Morar em outro país também é legal. O problema são os momentos que nos privam de certas atividades corriqueiras e que causam certa estranheza agora…

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Seu toque me venceu…

Foi algo congelado por detritos pequenos. Um toque inesperado depois de um sonho acordado. Foi um pingo de realidade no meio de tantos devaneios…

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Como vive o ciclo da poesia…

A madrugada esconde as cores dos olhos comuns, mas o romântico enxerga sua beleza completa e inspira-se de uma aquarela indefinida…

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