Tag poema moderno

Redemoinho vespertino…

É um caos desornado à beira mar. Como um mar de impossibilidades, fagulhas e centeias que podem criar a destruição jamais sonhada…

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Fim de tarde em verão novo…

Havia naquele momento uma delicadeza fora de contexto. Quase que um combustível a ponto de combustão, mas para um lado que fosse controlável…

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A vida tinha que voltar…

Depois das ruas vazias, portas fechadas, medo extremo, incógnitas a mil e muitas perguntas… Tudo começou a voltar ao normal…

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Começou como uma simples fuga…

Ele gostava daquela sensação do seu copo enchendo e a língua enrolando uma frase mais completa. Era a hora do dia mais aguardada…

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E tudo ficou perdido em um olhar…

Os olhos cintilaram mais uma vez para acomodar a solidão fria. A boca, seca pela angústia, buscava o ardor refrescante nos pingos de saliva que ainda eram produzidos…

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O sol doura as peles infláveis…

Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…

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Quando a fantasia me deixava ganhar…

Eu me vejo naquele menino que brinca com sua bola, imaginando o momento e narrando um sucesso que nunca saiu da sua ilusão…

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Cores demais pode ser fatal…

A cor que entrava pela janela transbordava a verdade da estação. Era a súplica da aquarela que tomava corpo por ali…

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A partida já havia sido cantada…

O vidro respondeu o contra verso da carta estilhaçada. Foi assim que tudo começou…

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