Ela quis desabafar o incontrolável. Queria se abrir para um desconhecido de papel…
Os papéis de presente no chão. A música desconhecida. A feira de bugigangas. Os copos partidos…
De uma janela violeta foi ditado o cântico do amor platônico…
O ar gélido congela a face fechada de alegria e agoniza na falta de lembranças…
Um inferno astral que não relaxa até o último suspiro. Um giro solitário de um lobo fora de controle…
Era a lembrança do pecado volátil. O escape perfeito de uma tarde ensolarada com o beijo roubado na dobra da esquina…
Era uma estrada complicada demais para descrever e atravessar. As marcas marcavam profundamente durante um tempo maior que o normal…
É uma volta sem razão. Um pedido de perdão. Uma folha solta a mais e a conclusiva contestação…
Eu devo ter sonhado com Deus em uma conversa franca e leve, como amigos de longa data e sem limites…