Tag poema moderno

Perdi a noção dos números além…

Eu estou reinventando a felicidade, pois perdi esse senso em algum vento de outono de lá…

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A razão de correr sempre…

Um verbo intransitivo claro como o dia que nasce em alta velocidade por uma estrada sem nome…

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E desacreditado no final das contas…

Agora eu não sei que caminho percorrer. Não sei que voz devo ouvir e muito menos o que ouvir…

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Sem ônus ou refugos de orvalho sereno…

As peles deixaram marcas no corpo virgem de aprendizado, sereno pela brandura, porém perverso pelo olhar…

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E era um fim de tarde…

Você me disse que estava apaixonada e era para sempre, mesmo não sabendo explicar o que isso significava…

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E tudo ruiu rapidamente…

O sol trouxe a paz temporária depois da tormenta nervosa. Era o presságio de piores momentos, mas as janelas estavam abertas…

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Da inocência de sempre em verdade…

A placa dizia para tomar os cuidados extras antes de iniciar o desenho deste novo normal…

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Um refrão que acaba sem esperar…

Construímos nossas lembranças nas canções que acabavam cedo demais…

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Lembranças que corrompem o tempo e espaço…

Pegue mais uma e embale seus goles. Caminhe pela noite quente de verão, sempre avistando novas pessoas e possíveis aventuras…

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