Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…
Alvos prediletos. Rabiscos ilegíveis. Tela negra de solidão. Tear emaranhado. Pesadelo frio. Copo médio. Líquido incolor. Cheiros…
Ela percorria os lábios como se buscasse as sílabas faltantes do seu soneto de súplica…
O perfume percorre o ambiente, impregna as mãos e guias meus sonhos…
De repente é rápido demais. De repente nada acontece. As horas voam como um avião e de repente tudo estaciona para sempre.
Era novembro e a brisa gelada se apoderou das suas entranhas poéticas…
É fácil encontrar aqueles que sonham com a beleza de um céu límpido e recheado de paz. Mas ainda acredito na beleza das nuvens carregadas…
Uma história de faz de conta sem um enredo definido e que se perde nas rimas que nunca se conectam…