Tag poesia abstrata

O frio da primavera fez sua última vítima…

Era uma manhã fria de primavera. O vento gelado o acordou e fitou a penumbra do quarto, que ganhava as cores do dia que começava a surgir e o atropelava com seus pontos cruciais…

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Um manifesto solto do meu túmulo…

Ouvi negações antes das afirmações que trazia comigo, mas deixei passar porque as buzinas de protestos pediram passagem antes de qualquer objeção…

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Os olhos digitam o que os dedos enxergam…

Sombras e trevas mesclando com perfeição um verão intenso. Bom, ruim, certo e errado em perfeita conjectura com Júpiter transformando tudo em estrelas e luas…

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Eu dançaria como você fez…

Eu te amo mais do que letras podem contar. Eu te amarei até o último suspiro existir neste mundo e em meus sonhos mais básicos…

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De uma imagem simples e um brilho de sol…

Cada visita era a mesma rotina, ela simplesmente irradiava a alegria de ver o sol novamente e não se importava com o calor ou a umidade que beirava o quase insuportável…

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Quando as chances terminam…

Ela mais uma vez se cortava com os cacos espalhados no chão. Quase já não ligava para a queimação do sangue escorrendo e a dor que vinha na sequência…

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Eu te larguei para meu próprio temporal…

Depois de tanto sangue e verdade derramados entre os trilhos dessa vida, eu limpo tudo e sigo com minhas próprias feridas…

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Meu coração não vai partir…

Poderia ser uma tatuagem daquelas que se apagam com o tempo. Poderia ser uma promessa de fim de carnaval…

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Quando a ideia de fugir pode ser saudável…

Os gritos ensurdeceram o corredor estreito daquela casa. Os cravos brotavam pelos cantos, mas morriam da asfixia daquele predicado cruel…

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