Estou à deriva e nas profundezas da escuridão do mar onde desejamos a vida longa fora da realidade…
Você disse que não valeria a pena o resultado final e nem a possibilidade de lembrar de você assim…
Tentar encontrar a linha que larguei tanto tempo atrás por pensar diferente…
Poderia ser aquela simples indagação de “se todos gostassem do verde, o que seria do azul?”
É tão difícil quanto ver crescer uma rosa em um vidro sem vida…
É uma concha de mentiras que transborda para o inevitável fim…
Ela me dizia que a maneira que conectava músicas aos acontecimentos era maravilhosa, mas seria o meu fim…
E passamos tanto tempo em criar um mundo de possibilidades que esquecemos de calibrar as nossas expectativas…
A realidade é contada e ganha um livro aberto em minha cabeça com diálogos e ações…