Tag poesia abstrata

O quanto se pode, sem a solidão perceber…

Parece uma brincadeira inocente e cheia de malícia nas bordas. Parece uma obsessão secreta, mas que se esquece no momento seguinte…

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E a vontade do desconhecido se foi…

Perdi aquela paixão por encontrar capítulos perdidos no meio da multidão. Perdi a vontade de achar uma poesia incompleta na mesma estrofe que eu…

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Você disse que não tem medo…

Seus olhos brilham como se fossem um abismo. Seu sorriso preenche o ar que me aquece, que me faz transpirar, que me faz viver…

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O sentimento bate forte carente de aflito…

A insônia e a angústia por respostas sempre me fizeram refém do álcool…

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O cristal que se perdeu sem se chocar…

Era um emaranhando de arte indefinidas por estilos conhecidos. Era um caminho completo, mas sem um mapa detalhado…

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O viajante quer morrer para se curar…

Relembrando bênçãos perdidas em uma desilusão passada. Realimentando a alma com os resquícios de algo que era a última rotina feliz…

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É um ganha pão que te prende para sempre…

É um silêncio quebrado por uma moto que passa sempre no mesmo horário…

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E sempre no vinte e cinco do mês…

Ainda não consigo desassociar esse dia de você. E impressionante como ainda lembro novos detalhes…

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Eu nem espero nada mais…

Acordei de repente em um salto de aflição. Mesmo não lembrando, isso sempre acontece quando sonho contigo…

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