Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…
Planos desfeitos em um papel ruído pela desilusão. Fugas benditas por conta de uma péssima recepção de ideias e tristes afagos…
Como um balanço de estoque oferecemos e vendemos nossas energias e acúmulos gerais, para nos completarmos…
Pétalas ao vento de almaço. Ferro ardente polar. Simplificando o complexo de mitos transcendentais…
Ela olhou para um pedaço de caminho desbotado. Quis juntar os cacos que foram deixados por ali…
É um monstro invisível que beira pelos cantos, no silêncio que se faz ouvir e no escuro que faz brilhar…
Havia uma certa tensão no ar, era como se estudasse os passos e palavras para fazer sentido ali, soltas em uma ruela qualquer…
Um colírio de promessas que se quebra com o vento de agora e leva um segundo mais que a conta da curva no canto qualquer…
Diga para a ela que eu estou bem, que meus olhos se cansaram de esperar na mesma janela, dias inteiros, o carro azul chegar para poder sorrir…