São fragrâncias perdidas de uma estrofe. São predicados perdidos com os ocultos lunares…
A inspiração me vinha com suas frases feitas, com o seu cenário convidativo, com sua melancolia postada e eu deixei passar…
Os dedos antes sempre acostumados a ver a beleza na incerteza e na neblina que paira sobre a vida, se perderam sobre as decisões não tomadas…
O eco distorcido navega pelas paredes e chicoteia pelo pequeno cômodo que fiquei…
As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…
Com os barulhos e a sensação de infinito eu pensei em você. Eu me revi ao seu lado, mesmo tudo sendo um sonho…
De um lado que não se enquadra por vontade. De uma confissão tardia que destruiu os alicerces…
Devia ter separado uma cor nova para fazer parte desse novo capítulo. Uma nota perdida na esquina de baixo de casa fez o ponto desaparecer…
Sou o último minuto do sono prometido e sou a sua última chance de dizer que ama alguém…