Tag poesia apaixonada

Gotas de um jardim suspenso…

Risos ecoando ao longe, após uma nevoa que trouxe mais questionamentos do que razão. Uma boa pitada de poesia intransponível feita de algodão…

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Um risco de atividade…

Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável. Improvável de vestimentas, de cheiros, de lugares ou de reviravoltas…

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O sereno da manhã quente…

Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…

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Uma estrada biográfica…

Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…

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Foi muito pouco. Foi quase nada…

Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…

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São os olhos que brilham…

Como começar uma lira sem a redondilha menor ao fim do próximo verso?

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Uma correspondência aberta…

Entre trapos e retalhos de uma vida, com fotos e imagens descritas tão limpas que pareciam o início de um outono…

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Se foi como o sabor dos dedos…

Foi sem querer e teve malícia, foi um olhar e teve razão, foi uma brincadeira sem verdade, foi algo simples sem redenção…

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Quando a canção certa me pega…

A luz teima em brigar para preencher um espaço morto e esquecido. Aquele espaço fechado com uma chave perdida para sempre…

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