Mas nem todos poderiam transcrever uma história repentina…
Que nos trazem lembranças boas, mas ao mesmo tempo remetem ao passado distante e intransitável…
Há sete anos eu começava o Um Confessionário. Um blog que reacendeu uma chama que eu temia ser para sempre…
São de perda, de saudade, de alegria, de vitória e até da curiosidade entusiasmada. Misturam-se como um drink batido e cada sabor ganha o paladar um momento…
Mesmo que fosse tudo uma mentira. Eu a queria de novo. Mais até do que a própria razão…
Há 15 anos que não a via e há 20 não falava com ela. Ela era uma doce lembrança de infância, de brincadeiras nas férias no interior. Ela da capital, eu do litoral.
“A mesa é só para um mesmo…” e a garçonete sorri como se fosse algo comum, mas ele percebe que cada vez mais não é…
Eu dei por mim no momento da abertura de porta. Parecia algo que nunca havia sonhado – uma mão entrelaçada, um sorriso postado e uma vontade enorme de ser feliz…
Já estava sendo o habitual desse novo mundo, onde tudo acontece de maneiras, intensidades e velocidades diferentes dos habituais…