A viagem ganha um mundo paralelo…
Frio e implacável, úmido e convidativo, descritivo e conotativo. Colorido recheado de escuridão, suas paredes carregam as marcas de seus passageiros…
Trapos e cacos de um caminho perdido se juntam no chão empoeirado. Tudo que podia lembrar você abstrai-se como a chuva repentina…
O livreto aberto ao acaso, faz o capítulo com a letra bordada e o início de uma poesia triste que já se sabe ser final…
Com um ritmo conhecido e uma máscara de demônio. Uma lágrima escorrida borrada de uma maquiagem e um pedido de desistência…
É um sol esquisito que brilha mais do que o princípio. É uma aquarela com tons indefinidos que percorrem o rio…
Sempre quis mais do mesmo, preferi do fim ao começo. As jangadas de emoção distantes ao som do mar fumegante. O princípio do consulado correto, príncipe de copas no carteado…
Deste que teve todos os ingredientes possíveis, não teve realidade. Mas se é sonho, tem que ter a fantasia…
Uma rosa gelada na multidão. Um esbarrão que inicia uma conjugação diferente em forma literária desconhecida…