Era a terceira vez na mesma semana que ele fazia o mesmo pedido naquele fast-food. Sorriu ao ver que o ticket não foi impresso, mas seu pedido já estava presente no visor de atendimento…
E se pedissem para descrever o dia seguinte de um primeiro pecado? Como seria a história contada?
Sinto seu suor banhando minha sombra em curtos espaços. Ouço sussurros esfregando as paredes do meu caminho…
E se tudo isso for uma ilusão? Se nada do que acontece em meus passos for real?
Por que você se fez tão linda na perfeição imaculada? Tão cheia de vida em um doce suspiro de primavera…
Ficaram tão bonitas as cores do laço. O presente do inquérito, a saudade do suspiro e o doce que melou os dedos de outrora…
No decorrer do dia eu descobri o que deveria fazer há tempos. Descobri que não se vive de amor ou de paixões determinadas…
Um capítulo é construído com base em seus passos e respiração. A história se desenrola por comodismo de uma cena comum e preguiçosa…
Adolescente ainda, virgem de ideias e buscando um passeio comum, escrevi meu primeiro verso…