Com uma marca que nunca mais sairá do corpo eu sigo meu calabouço mental por tua culpa…
A dúvida pairou pelo ar gélido da manhã desconhecida. Era como se fosse um convite sem defesa…
Eu ainda esperava que o interfone fosse tocar e sua voz mandasse abrir todas as portas por aqui…
Nessa mesma data no passado tudo era tão diferente. Era um outro tempo que a normalidade feliz ecoava em outras paredes…
Encontrei as velhas lembranças, escritas nos amorosos anos passados. Lembranças que brindavam o platônico e a descoberta do mundo da liberdade…
Um recado deixado na caixa postal da vizinha fez aparecer uma nova luz de esperança por aqui…
Eu me apaixonei pela sua voz. Da foram que você ria tão leve e livre depois de uma piada qualquer…
A descrição falhou nos minutos finais. Trazendo à tona algo desconexo, uma criatura bizarra, sem molde e perpétua…