Sou de outros tempos e de outras ideias. O tempo passou e eu perdi o embalo dos mesmos de antes…
Ficou paralisado ao desejar um final feliz para o estranho passageiro do lado. Quis meditar sobre as possíveis razões das estradas de vida…
E deixei seus braços de veneno para que meus inimigos enxergassem toda a beleza emanada…
Pensou-se no seguinte: “Se foi para voltar, foi para ter novas experiências”…
A noite se calou pela última vez. Ruídos foram ouvidos, mas foi o rangido da tristeza que tomou conta de todo o ambiente…
Era uma teia de mentira sem fim, onde se perdiam as narrativas e razões. Onde se perdeu inclusive o pouco de realidade que existia…
Quando se olha ao redor, percebe as histórias incompletas sendo preenchidas nos espaços que antes ocupamos com pensamentos…
É como um som do mar que acalma, mas dependendo da vibração causa um temor de algo a ser enfrentado…
Na certa proporção desenhada existem as parábolas de ensinamentos cordiais. Existem os cumprimentos matutinos que encantam as donzelas do riacho…