Nunca quis voltar no meio do caminho. Nunca quis marchar para fora de algo que não soubesse desenhar…
É outro idioma, uma nova regra com um sotaque confundível. É a necessidade bebendo da sua melhor fonte. É um riso solto por um brilho de palco…
Um jeito novo de contar, uma maneira nova de sorrir, uma velha escola e um novo começo. O pontapé de algo que não teve sinal para iniciar…
Os tempos estão mudando, com o sol se escondendo na vergonha, a lua com uma timidez acentuada e os ventos gelados no verão…
Toda dor é um sinônimo fraco para um antônimo forte. Toda dor é calculada, fria e onipresente. Ela está ali, sempre ali…
Tinha um envelope na mão, cheio de ilusões e postado com um destino improvável. Improvável de vestimentas, de cheiros, de lugares ou de reviravoltas…
Deste rabisco sem início surge uma nova epopeia. Das letras tensas e tremidas é composta uma nova canção…
Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…
Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…