Encontrei meu corpo solto de razão e empoeirado pelas rimas que me picavam. Vi, na silhueta da janela, um oásis perfeito se formando na virada de calendário…
A madrugada esconde as cores dos olhos comuns, mas o romântico enxerga sua beleza completa e inspira-se de uma aquarela indefinida…
Eu sonhei com um azul tão profundo que poderia sentir sua respiração cada vez que ele sorria…
Mando essa carta como alento para uma mente viajante. Escrevo para tentar liberar todas as energias de meu corpo, de meu coração que cansa de pulsar para um organismo sem muita emoção…
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