Era um medo que não se palpava. Era uma constante alucinação de algo que nunca havia sido de verdade…
Sempre soube que nossa história iria terminar desse jeito. Uma mensagem não respondida, nossas vidas tão diferentes e com uma noite mal dormida como o deleite final…
Ele ergueu a mão e pediu outra dose. Era o afago de uma alma condenada aos pensamentos perversos…
É chegado o momento de postar o sorriso e sustentar o máximo possível para que mantenha a calma esperada…
É sobre um peso que se sente, mas quase não se nota. É sobre o cansaço de ouvir sempre a mesma voz…
Ele disse “Boa noite”, mas ela respondeu “Adeus…”
Ela sempre marcava os dias de sol. Era como se fossem presentes inesperados que recebia quando acordava…
Podemos conversar sobre as palavras não ditas pelos olhares. Podemos tecer comentários sobre o sabor de um toque de outono…
Era sempre o céu da noite que pintava seus olhos. Era sempre a mesma misteriosa brisa gelada que aquecia seu peito…