E ela adormeceu. Agora ela sonha com os brilhos de uma constelação. Ela tem seu brilho forte, depois de carregar em sua bolsa as histórias do seu lugar…
Não me importei com o horário, lugar ou situação…
Como uma coleção de ditos que já ditaram meus passos e muitos caminhos perdidos naquela época que muito se dizia, mas pouco entendia…
Mostre algumas fotografias. Mostre o outono. Mostre algumas conquistas. Mostre sua queda…
Mas nem todos poderiam transcrever uma história repentina…
Que nos trazem lembranças boas, mas ao mesmo tempo remetem ao passado distante e intransitável…
São de perda, de saudade, de alegria, de vitória e até da curiosidade entusiasmada. Misturam-se como um drink batido e cada sabor ganha o paladar um momento…
Mesmo que fosse tudo uma mentira. Eu a queria de novo. Mais até do que a própria razão…
Há 15 anos que não a via e há 20 não falava com ela. Ela era uma doce lembrança de infância, de brincadeiras nas férias no interior. Ela da capital, eu do litoral.