Tudo parece normal, mas o normal mesmo é ver a vida do ângulo oposto do vértice comum…
Temia escrever sobre o efeito do astral, pois sempre me traz lembranças e mais do que existir de especial…
Ela se levantou e foi ao banheiro pela primeira vez. Eu fiquei ali, sozinho na mesa e avesso a tudo que estava ao redor…
Havia cenas de uma briga qualquer no cardápio do bar. Não era um desenho ou um fato. Era apenas a realidade…
São as cores bailando para fora do meu espaço, buscando uma liberdade que eu apenas desenhei em linhas escuras…
O vento me despertou e disse para me apressar porque hoje eu encontraria o amor…
Sentindo a dor no peito, acuado com o vento frio das manhãs, caminhando pela escuridão e tentando ser igual a tudo…
E novamente é o dia mais confuso do meu ano. O dia que eu ainda não consigo esquecer, mesmo tentando muito…
Ninguém sabe como uma estrela morre ou o que ela sente em seu último suspiro…