Sofro de insônia ou ansiedade, nunca sei ao certo. Talvez me perca nesses novos nomes de aflições antigas, apenas para nos acharmos diferentes demais para uma solução…
Eu queria ter escrito tudo antes, mas não encontrava as palavras certas e desprovidas de emoção…
Um abraço dado no amigo de longa data e ajustei a cadeira da mesa do boteco…
Uma hora isso ia acontecer. Cedo ou tarde a mentira iria me pegar novamente…
Encontrei as peças do quebra-cabeça manchadas de tentativas. Algumas tortas para tentar se adequar, outras intocadas por terem as cores da realidade…
“O que você está fazendo?” seria uma pergunta solta se não fosse o alerta para se pensar melhor nas atitudes do seu dia…
Não é poesia, tão pouco algo romântico… Simplesmente beira o trágico, a angústia e até o desespero…
Você se foi como chegou. Do nada, sem avisar, intensa e sem razão. Uma conversa mal acabada fez você desligar o telefone e sumir de novo…