O que se pode contar de uma história não conhecida? De um conto sem final? De uma música sem notas? De um amor sem ser correspondido?
Folheio as páginas despedaçadas pelas lágrimas, pelos gritos e pela tristeza de um coração que tentava mostrar vida…
A voz que sai da caixa já é desconhecida para mim. O ritmo se foi, o jeito de cantar e encantar está adormecida em algum lugar da minha vida passada…
E era junho, em uma sexta-feira tão atípica que eu te conheci e não sabia que tinha encontrado mais que isso…
Eu tenho quebrado promessas no escuro e assim transformei todo o meu entorno no caos incontrolável…
Era um tempo de solidão extrema e aflições diferentes a cada noite que virava a mesma esquina com sonhos diferentes no hálito pesado…
Chorou seus últimos suspiros, seu último fito, sua última gota branca de esperança, seu último pulo em busca da solução…
E foi assim que as velas se apagaram com o vento, a mágica foi desfeita e talvez uma ponta de verdade apareceu…
Nos perdemos com tantas combinações existentes, que fica difícil dizer qual foi o início dessa sequência…