Eu choro porque tentei, eu choro porque eu pintei um caminho pelo menos correto…
Ela rolou o corpo e saltou da cama. Ainda nua, foi para a sala, pegou o seu cigarro, abriu a janela do quarto sem perguntar e ficou me olhando…
Daquele momento que parti, o céu estava pontilhado de estrelas adormecidas e que foram as minhas maiores testemunhas…
É uma sensação de fragilidade com um misto de fuga abstrata de uma mentira que há tempos não gera nenhuma novidade…
A folha em branco demonstra a falta de ideia, o abismo crescente do medo de nunca mais preencher uma história…
Me ensina a ser como você quer, me ensina a me perder de uma razão para fazer tais coisas desfeitas…
Quem a via pela rua, mal suspeitava a bagunça que se encontrava e vivia – tanto pessoal, quanto emocional…
Desligo o telefone que cisma em gritar palavras que eu deveria esquecer ou simplesmente desaparecer dessa estrada que chamo de vida…
Ainda busco um lugar que o sol brilhe no ritmo necessário. Onde reencontre o brilho do meu sorriso perdido…