Guiando pela noite, batidas desconexas de algo não muito fechado. O som, que é sempre aleatório, brinca com suas lembranças novas…
Foi com toques de uma maciez marcante, um sal com nuance doce, um pêndulo parado por conta de uma respiração. Foi um pesadelo de amor de algo que nunca aconteceu…
Sua suavidade me assusta, a calmaria plena do olhar. O instante perdido inédito e a reprise dos momentos vividos pela vivência…
“Talvez eu não precisasse dele, mas precisava ver que existem pessoas ainda vivendo a mesma mágica que eu vivi e que essa espécie de brincadeira é sempre válida e gostosa…”
Você me convidou com o olhar para me sentar ao seu lado e contemplar o infinito do seu quarto mundo…
Foi bom ter te visto, mesmo que por uma foto estática onde você olhava para outra direção, mas que me fez relembrar nosso último encontro…
Um doce momento, curto e vespertino. Como a brisa que acalma depois de um verão insano. Foi como aquele olhar perdido que não se sustenta por não acreditar mais…
É um caso perdido de um coração que não bate mais. Um pedaço de história sem enredo que deixou um sonhador sem algo para contemplar…
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