Refiz os meus antigos caminhos para notar as diferenças que ignoramos com a rotina diária…
Sua estratégia sempre foi esconder a realidade, para que ela tivesse a liberdade para mentir e moldar e se safar de julgamentos…
Era uma pétala de rosa perdida entre toneladas incontáveis de copo de leite…
E de repente tudo se rompeu e evaporou para um lado inconsciente da nossa realidade…
Ela gostava de sentar-se em sua pequena varanda no fim da tarde. Era o momento que o sol batia e iluminava suas ansiedades…
É da razão da chuva que se transforma o sabor do orvalho…
Poderia ser só mais uma brisa de entardecer quente do inverno. Poderia ser só mais um devaneio inusitado da mente atrapalhada…
Era uma canção triste a menos na vida daquele perdido. Era uma estrofe pesada que deslanchava para um abismo eterno…
Cacos de uma mentira resplandecente numa aurora barrada por inúmeras janelas abertas…