Caminhar pelas ruas de tantas histórias e lembranças não ajuda, pois são como uma máquina do tempo que me leva para anos atrás.
Gostaria de apertar a mão do meu velho amigo e dizer que a busca pelo azul promissor deu certo e que todos os percalços mostrados foram apenas um pouco do degrau que construí até aqui…
Ele insistia em se dizer dali, porque ainda conseguia caminhar por suas ruas sem se perder e sabendo indicar o melhor ponto para se ir…
E voltei ao bar de tantos anos atrás e ali estava eu. Sozinho, com minha cerveja na frente e algumas boas recordações…
Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…