Dizem que a quebra de um hábito começa quando refazemos nossa rotina e perdemos a lembrança de antes…
E se você fosse o antônimo de todas as minhas palavras ditas?
Não tenho uma foto para lembrar da gente. Sua imagem é um borrão de lembrança em um dia de neblina forte e impossível de definir…
Como desvendar os sinais da mulher que você sabe ser a certa e que pode escapar assim que o vento bater para novos horizontes?
Ainda lembro da última noite na praça do início, onde você me fez prometer um abraço no retorno. Logo eu que gosto tanto de promessas…
Era sua cidade natal e, mesmo que tudo tivesse mudando e muita coisa fosse diferente, ainda era sua cidade…
Ao cruzar com seus olhos, minhas palavras saíram na velocidade da sinceridade…
São lembranças e sabores nas ladeiras e ruelas que conheço tão bem, mas agora de forma nostálgica e com novas cores…