Meu coração bateu em sua mão, fechada de princípios e que alimentou minha esperança com o mais puro mel…
Um vento me puxa para o lado escuro e que precisa de angústia para descrição…
Ela murmurava uma canção enquanto descia pela ladeira. Um ritmo único e mesclado entre o caminhar e as notas mais altas…
Ele guarda o lugar da frente com a esperança que seja ocupado rapidamente. Ele carrega um sorriso fácil e sempre uma palavra leve nos lábios…
Tentei almejar um bom lugar para avistar tudo, mas de só avistar, meus braços doeram e tive que ir para luta…
A mesma canção ecoa por baixo da porta fechada. A mesma melodia toma conta do quarto. Escuro, frio, caótico e que respira a mais profunda solidão…
O frio aprisiona. Faz lembrar um tempo de liberdade palpável, brinca com as não possibilidades, enquanto apenas te lembra de que você não pode sair…
Alertas perdidos na saída da cidade. Sirenes que silenciam pensamentos e sonhos. Palavras perdidas em um muro quebrado por derrotas impensáveis…