E é quase impossível escrever, explicar e pontuar momentos difíceis que convivemos com essa distância de quem sempre amamos…
Uma garrafa estourou no horizonte, liberando sua energia em pequenas porções e mostrando como era de verdade…
Depois das ruas vazias, portas fechadas, medo extremo, incógnitas a mil e muitas perguntas… Tudo começou a voltar ao normal…
Tenho um temor constante. O de nunca mais voltar. De nunca mais ver os lugares, pessoas, amigos e sentir um pouco mais do que hoje já sinto…
Os cheiros das conversas regadas pela cerveja e sol escaldante, com o abrigo das poucas árvores que guardam sorrisos…
Eu me assustei com a pergunta, pois nunca imaginei que alguém pudesse sentir-se “inveja” da minha vida. Mas sei que isso tudo parte de um pressuposto absurdo…