Ela sempre marcava os dias de sol. Era como se fossem presentes inesperados que recebia quando acordava…
É um ciclo vicioso que nunca se fecha. Um eterno início-meio-fim que se repete sem freio…
“Pronto Má! Tô livre. Quando nos vemos?” e essa foi a quinta mensagem com o mesmo teor que recebia…
O copo esvaziou pela terceira vez, já eram mais de quarenta minutos de atraso e nenhum retorno. Ele entendeu que ela não viria…
A aflição foi o início da conversa entre eles. Uma súplica por parte dela e uma tranquilidade transparente por parte dele…