Ninguém sabe como é a morte de uma estrela brilhante e nem quais são as últimas notas tocadas…
Em qual lugar cheguei com tantas linhas transcritas? Onde finalizei meu último conto para me colocar como personagem de uma história?
Quando ela terminou a frase, parecia que ela iria desabar. Era como se suas forças e convicções estivessem evaporado da sua vida…
Chegamos no vinte e sete de março e o relógio da vida canta alto mais uma vez por aqui…
Meu sangue gelou quando ela se aproximou novamente de mim. Ela sorria meio sem jeito e talvez fosse a primeira vez que a via daquela maneira…
Tudo parece normal, mas normal mesmo é ver a vida do ângulo oposto do vértice comum…
Era ainda uma cena que me impactava. Depois de quase uma década, finalmente estávamos frente a frente conversando sobre banalidades de uma vida comum…
Eu sinto o cheiro de sangue ao redor dessa sala. É como o combustível ideal para que ela exploda e me leve novamente para um início que eu nunca saí…
Escrevo muitos talvez nas linhas abaixo, porque não consigo chegar a conclusões. A cada novo pensamento, uma centena de possibilidades brotam e me confundem ainda mais…