Sem querer a foto ficou poética. Com a cerveja que abriu o sorriso e o sol se mostrando uma coroa em seu corpo escultural…
Não tinha música naquele momento, mas um sorriso abafado de prazer e exaustão. O calor molhava o seu corpo e os pelos loiros reapareciam em seu braço. “É a minha marca de verão…” falou você ao comparar com os meus também.
O sol emoldurava a pintura que meus olhos enxergavam e o seu sorriso era o que faltava para o cartão postal ser criado. Quando enquadrei o seu corpo para registrar o momento, você gargalhou se moveu e me beijou, roçando a pele suada – resultado das loucuras de antes.
“Não precisa da foto, bobo! Guarda isso aqui e eu sei que você é bem capaz… Só não quero virar um texto seu, pois aí eu saberia que já parti da tua vida. Promete?”
Conte-me algo aqui...