Tente encontrar uma saída de suas aflições. Tente expulsar qualquer presunção sarcástica de uma tarde ensolarada…
Conte seus perdões e enumere as suas conquistas impessoais demais para serem lembradas. Lembre das suas fugas e das vezes que correu em um campo aberto com medo de um tiro qualquer. Desenhe seus sonhos de forma intuitiva, para que eles nunca mais se repitam, pois já fazem parte de um passado inexistente. Embriagasse de algum que veneras e terá o apetite posto à prova de qualquer expiação.
Traduza livremente o idioma desconhecido e rime com o sorriso postado de todo dia. Escuta os sons comuns do seu cotidiano e mate a curiosidade que dita toda a abstração necessária. Vá se esconder do inevitável e alimente a falsidade que enxergas ao seu redor. Não fuja, pois todos somos os mesmos animais e apenas querendo, de qualquer maneira, criar um alívio a partir de um burburio perdidamente delicioso…
Conte-me algo aqui...