Category MelancholySickness

Confesso que a falsidade existe…

É como querer segurar a água com a força da mão. Por mais que a força se concentre, a água se esvazia rapidamente por entre espaços invisíveis…

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As estrelas estão lá para admirar…

E você está contemplando as estrelas nesta noite, se apaixonando por elas, que nunca quebraram seu coração…

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Sem metáfora que toque o coração…

Passamos a vida buscando a melodia certa, e não temos o que dizer ou responder…

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Quando as ilusões ordenam nossa morte…

Fotos incendiadas no hall de entrada. Cinzas de uma lembrança que parecem resistir em desaparecer, como direções impostas por mapas aquém…

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É uma definição de caos com paz…

São as fotos incendiadas no hall de entrada que ditam o cruel devaneio que foi o passeio no fim do dia…

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Me informe o caminho a narrar…

Existem os tipos a serem cumpridos, os que rezam para ser traçados e os que clamam por notoriedade…

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Um manifesto solto do meu túmulo…

Ouvi negações antes das afirmações que trazia comigo, mas deixei passar porque as buzinas de protestos pediram passagem antes de qualquer objeção…

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Começou com a chuva que esfriou…

Com um véu seco, impermeável que dança ao vento noturno…

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Um nome solto para alguém presente…

Em uma rua pálida, uma senhora fez um gesto com sua bengala para os céus e suplicou. Suas palavras caíram na terra marginal, ecoando por entre folhas e limbo uma doce esfera de dúvida e angústia latente…

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