Eu brinquei com as águas do passado para que fossem direcionadas para o seu coração…
Falhei miseravelmente nessa empreitada. Tentei conjugar verbos que nunca havia falado e ignorei as regras que aprendi anteriormente. Não consegui distinguir detalhes do caminho e estava navegando por águas que eu não queria voltar, mas por conta do impulso sem raciocínio que tenho em mim, retornei triunfalmente.
Era um mês de maio esquisito demais para se reclamar e cedo demais para solicitar uma atenção que nunca precisei. Mas ali estava eu – perdido em um lugar conhecido e tentando guiar um barco desgovernado de regras, poesias e presentes. Atolado em uma tempestade de dia ensolarado e totalmente dependente de um abraço e um sorriso enquanto eu mudava, mais uma vez, o rumo da conversa e da minha vida…
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