O que se pode contar de uma história não conhecida? De um conto sem final? De uma música sem notas? De um amor sem ser correspondido?

É a mesma coisa que querer o dia na noite, o claro no escuro, o líquido no gasoso, o lido no não lido… Abstrações frutais de um mundo qualquer, ditado ou poetizado, crônico ou antológico… Tanto faz, pois não existe a menor certeza de coisa alguma pontuada aqui.

É o que querer de se fazer triste no magnífico da derrota…

É o adeus sem um sorriso, nem lágrima ou agradecimento…

É um até breve sem data, sem dia ou local…

É um olá sem sentimento algum, um sorriso sem graça, um beijo sem paixão…

Mundo infrutífero e sagaz, voraz e tolerante que continuamos regando com os desejos de uma praia, repleta de sol quente e vento fresco. Continuamos regando um jardim de sonhos e delirando ao sabor das drogas de um mundo impossível de se existir…