Por onde andas tão pequena alcarraz que se faz sempre tão longe de meus presentes…
Por quais histórias estás enamorada e por qual motivo as minhas linhas te são tóxicas? Por que cismas em desenhar caminhos obtusos e até mesmo finitos sem descanso para os seus pensamentos? Por que não me notas aqui, me esforçando como poucos a te ver sorrir e pronto para clarear suas dúvidas mais escuras?
Era como se fosse uma canção de ninar que o esfarfalhado deixou se hipnotizar e caiu inapto no outro lado da calçada. A lua brilhava forte no céu limpo de inverno e ali, entre garrafas sujas e poemas revirados, quase não se notava as lágrimas verdadeiras daquele que apenas cantou amor por alguém que ele nomeou como um peixe mitológico…
Conte-me algo aqui...