Não me importei com o horário, lugar ou situação…
Não conseguiria mais aguentar dentro do meu coração a pergunta fatual. Não fiquei completamente feliz com a resposta, porém aliviado, e talvez disso saia a maior importância entre todas as pontes destruídas: Nunca quis saber os motivos porque você não pertence a mim, pois nesta esfera pactual eu fico na marginal do saber. Na redondilha menor dos versos, perdido na perfeição de sonetos e rimas simbolistas…
Vou guardar para sempre o momento, poucos copos, sorrisos, novas amizades, o básico conhecer, os sonhos, desejos, vontades, realidades e mitos. A perfeição estava ali por um curto período, porém se esvaziou ao perceber do erro e deixou a ventania noturna como companheira total…
Fiquei pasmo, quase doente… E eu nunca poderia querer alguém ou ninguém mais, sem antes te conhecer…
Conte-me algo aqui...