E a paranoia se instalou. Chegou de mala e cuia, avisou o fanfarrão e o chefe gostou…

Trouxe o diabo a quatro em acessórios, assustando a todos até o menos esperado sobre suas lápides diversas. Como primeiro serviço, para mostrar bom desempenho e proatividade, lançou um filme – aqueles de película antiga e corrida que passou nas salas que chamam de cinema, para assistir e fantasiar… Digladiando o que é certo ou errado, sem regras ou guias. E assim fiquei decorando legendas e pensando – com medo, sufocado e desacordado. O resto dessa massa toda não se abalou com o filme…

E já fazem dois dias que não durmo direito. Não sabendo mais o que é real do ilusório… Tudo é cópia da cópia…

Eu ganho. Eu perco e até empato…

Para mim tudo é falso, sem sentido e nada mais é além do que aglomerados de coisas sem explicação.

E talvez a coisa mais assustadora dessa redenção é que eu nunca brinquei de aviãozinho…