Começaria falando das influências que me fazem gente: amigos, bebidas, músicas além, poesia, romantismo, felicidade, saudades, sonhos e por aí conta-se mais de 1000 coisinhas…
Contaria do enredo, da temática contemplada do disco: o que estava pensando, qual caminho segui, o que pretendo e qual minha mensagem. Falaria de como o ritmo se desenvolve – cadenciado, mas em alguns momentos nervoso, sempre agitado, mas com toques de calmaria plena. Comentaria uma união, como se fosse uma peça teatral, da primeira à última música os fatos se encontram, como o passado caminhando no presente e construindo juntos o futuro: nunca deixando nada para trás, e sim, evoluindo com erros e acertos da vida…
Indicaria a opinião do melhor momento: aquele que nunca consegui esquecer e que marca a vida. Como aqueles dias de choro e risos que pintam e bordam a amizade, criando assim a tal felicidade.
E por último, e nem por isso menos importante, falaria da arte gráfica: se é feio ou bonito, se chama atenção ou não, se é de amar ou se é de odiar, uma opinião pessoal e irrelevante, mas que fecha com classe.
Mas tudo isso se a minha vida fosse resenhada… Como não, ainda busco nas entrelinhas do viver as soluções das minhas equações.
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