Mas você não pode dizer muito porque quando as palavras saem elas viram pó. É uma espera em algo que você possa confiar de verdade…
Quando tudo que toca se quebra em mil pedaços ao seu redor. Até quando os finos grãos de areia parecem pesados demais para aguentar. Eles comem o tempo e formam bolhas para estourar esse vidro que construímos para nos proteger de nossos próprios medos e monstros… É um novo dia que aparece no horizonte. Um novo dia que tentamos passar sem nos machucar. Quando uma fagulha explode nossas esperanças e tudo explode e se quebra por todo o caminho…
Pequenos pedaços dos destroços que chamamos de vida. Pequenos pedaços que nunca se traduzem, mas que mostram os anos em nossos rostos e mãos marcadas pelo tempo… Então somos recebidos com silêncio. Como uma bomba que falhou prestes a se detonar, é como uma violência calma, mas ainda assim cruel. E eu tenho minhas dúvidas que sairemos vivos dessa jornada…
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