Um veneno destilado em mensagens que se perdem pelo ar. Um novo começo que incomoda pelo final trágico que foi anunciado…

Uma nova história que começa embaralhando o que já estava escrito por aqui. São os fragmentos que se juntam ao pó do esquecimento, uma tríade que não se completa por estar aos pares de milhares. Uma isenção de cor e culpa que mal chega aos pulmões. Nada se recarrega ou carrega o entusiasmo de antes. Nada polariza como antigamente, onde a falta e o peso eram o sul esquecido, mas com o norte brilhando o rosto cada manhã. Hoje a culpa está em todo lugar, com todos seus trejeitos e pronúncias de um horizonte que se pinta de fosco e embaça o foco verdadeiro. Um sonho que se perde diante de falsas promessas. A solidão que cala o coração e comanda a festa vazia que se instaurou por aqui e ainda nem era hora do relógio despertar para os novos momentos…