As mentalidades se chocam, trazem o inconsciente da flor, uma pele morena branda e nunca acostumada com a intensidade necessária da poesia…

Um quê de dúvida e significado, um jaleco da pureza estampando o pecado capital, números aleatórios que mostram a codificação da vida. Perambular sobre a vida, textos e ideias. Ideias que talvez nunca sejam retratadas e ouvidas, talvez sejam transferidas para outro aquém. Pétalas ao vento, letras na areia, canções no papel… Seria tudo um complemento único, se eu fosse dono desta razão.

Danço pelas vielas, ruetas e cidadelas. Construo vários projetos aqui, ali e acolá. Sou o poeta desvairado, sempre incompreendido, eternamente odiado e impossível de ser esquecido… Talvez sina repentina ou benção mortal… O futuro irá me dizer. Em uma tarde ensolarada, com as lembranças brotando no suor da testa, naquela mesa de bar simples e perdida onde brindaremos um possível final para a vida. E eu nunca pensei que ele deveria ser feliz…