São fragrâncias perdidas de uma estrofe. São predicados perdidos com os ocultos lunares…

De uma rima solta, fiz o verão para ver as andorinhas brilharem. De um desejo antigo, segurei a emoção para um canto universitário. Confundi as letras e idiomas apenas para tentar chegar próximo da emoção do seu beijo. Em um simples papel de virada, escrevi nosso enredo apaixonado sem um limite de palavras. Me embriaguei de lembranças doces, falsas ideias e um sem número de razões…

Destronei o último rei para proclamar aos cantos que te achei nas ruelas da minha vida. Recitei uma porção de contos para aquecer o inverno que nunca desejei. Gritei aos cantos que não existiram e prometi aos que nunca compreenderam. Fiz de uma festa singular, a parada anual do amor. Fiz de fragmentos soltos de um beijo roubado, a conjunção certa que nos guiará ao amor. Fiz desse sonho bendito, mais uma poesia para si…