Meu coração bateu em sua mão, fechada de princípios e que alimentou minha esperança com o mais puro mel…
De nada adiantou uma poesia concreta. Um passado de respostas e uma série de luz que se estendeu por conversas brilhantes. Uma nuvem foi capaz de selar o fim de maneira embriagada e recheada de não verdades. O brilho se partiu em pequenos fragmentos e não houve um só momento que eu pedi a solitude que estou aprisionado. As palavras não fazem mais sentido. As rimas não se conectam e cada pensamento é turvo e regado de mágoa que caminham comigo no passo dado.
Quis o mundo que tivesse sóbrio por tempo demais nesse momento. Quis o mundo que eu não tivesse no que me afogar. Quis o mundo que eu me embriagasse com as minhas falsas ideias e me guiasse para longe de ti. Longe de tudo que fiz por você naqueles meses de frio… As cores são novas, mas o marrom da vergonha ainda predomina por aqui e tento me esgueirar pelas ruelas, para não ser taxado de louco traído.
Conte-me algo aqui...