Sempre tentei apostar nas alternativas que curavam os pontos falsos do amor…

Queria um sorriso que me acalmasse depois de um dia de tormenta. Queria ter um beijo avassalador depois de uma briga sem causas e razões definidas. Queria ter uma surpresa de aniversário que nem se lembra. Queria ter um bilhete de mão, com uma ironia assinando e um pedido de súplica tão implícito que seria parte de mim. Eu queria…

Talvez tenha esperado demais e fantasiado muito além do que os contos já me contaram. Talvez tenha esticado tanto a corda da esperança que ela se rompeu e eu continuei a levando para um lugar desconhecido demais para ambos. Talvez todas as alternativas que povoei minha cabeça foram parte do combustível que fez tudo virar cinza – de uma hora para outra.

E agora nessa pausa feroz que vivo, nem uma rima perdida faz sentido para finalizar um texto que mostra tanto de mim que duvidaria que essa seria minha vida no futuro…